Por que agora é melhor investir em fundos de ações do que em ações?

Recentemente, num evento sobre finanças, a pergunta mais ouvida entre os investidores foi: “Em que ação devo investir agora, em meio a esta confusão no Brasil?”  A angústia se justifica. Quem estava acostumado a investir no mercado acionário brasileiro se viu, meio que de repente, sem chão. A mudança brusca do cenário, a troca de governo, denúncias envolvendo empresas e outros fatores macroeconômicos alteraram o preço relativo dos papéis e a perspectiva de vários segmentos.

A boa notícia é que a Bolsa em queda acaba gerando boas oportunidades de compra. Para muitos analistas, alguns ativos já caíram tanto que estão baratos. Para os que acreditam numa melhoria econômica nos próximos anos, esta seria, então, uma hora adequada para montar uma carteira.

Mas a Lava Jato atingiu a reputação das estatais. Ações de Petrobras, Eletrobrás e Banco do Brasil sofreram o baque. Papéis de companhias do setor da construção também foram afetados. A cotação da Vale balança entre o acidente da Samarco e a volatilidade no preço do minério. A inflação e o desemprego, por sua vez, influenciam a valorização do setor varejista. E recentemente, a Oi, com seu pedido de recuperação judicial, foi a última vítima no pregão, despencando mais de 30%.

Esse dominó gera muitas dúvidas entre os investidores e um grande dilema: se por um lado, o momento é bom para comprar, por outro não se sabe mais o que comprar…

Uma ótima saída para esta encruzilhada é investir por meio de fundos de investimentos em ações. Desse modo, o investidor compra cotas de um fundo administrado por um gestor qualificado, que estuda e avalia, por meio de análises sofisticadas, os papéis que farão parte da carteira do fundo. Raramente, um investidor pessoa física tem a capacidade técnica e o instrumental necessário para seguir estratégias como as elaboradas pelos fundos de investimentos.

Em cenários confusos como o atual, a vantagem dos fundos é justamente a tomada de decisão sobre os melhores papéis, de acordo com o preço vigente e com as expectativas de resultados das empresas. Assim, a decisão de comprar e vender as ações que fazem parte do fundo é tomada pele equipe de profissionais responsáveis por sua gestão.

Aplicar via fundos tem ainda uma outra vantagem em relação a investir direto na Bolsa. O pagamento do Imposto de Renda é descomplicado, quem recolhe é a instituição financeira, não é o investidor, já que ele resgata o valor líquido de sua aplicação.

Assim, considerando as incertezas políticas e econômicas no Brasil, quem quiser aproveitar este momento do mercado acionário, mas sem correr riscos desnecessários, tem nos fundos uma boa alternativa para investir seu dinheiro.

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