Fundo JGP Max na Órama

Fundo JGP Max na Órama

A JGP é uma das mais antigas e renomadas gestoras independentes do Brasil. Foi fundada em 1998 e hoje contabiliza R$ 21 bilhões de ativos sob gestão.

A parceria com a Órama também já tem histórico longo, desde o início da plataforma, quando a Órama deu acesso aos fundos da JGP – que tinham (e ainda tem) valor de aplicação inicial de R$ 300 mil na gestora.

A Órama iniciou suas atividades há sete anos, e naquela época o JGP Max estava fechado para novas aplicações. O Fundo reabriu e fechou várias vezes desde que foi lançado, em 2007. Agora, ganhou uma versão para as plataformas e já está disponível na Órama, com aplicação inicial de R$ 20 mil.

A seguir, apresento as características e diferenciais do novo Fundo, a equipe que está à frente da gestão e as estratégias adotadas para manter a consistência de retornos por tantos anos, destacando os principais pilares sobre os quais a JGP é baseada.

Pilar 1: Equipe que trabalha junto há muito tempo

A JGP acaba de completar 20 anos desde a sua fundação. O time que faz a gestão dos recursos do JGP Max é formado por profissionais com mais de 25 anos de experiência. Além de 10 gestores, a estrutura conta com 9 analistas que cobrem mais de 100 companhias listadas no Brasil no mundo, 5 macroeconomistas com mestrado e PhD e 2 analistas de crédito.

Entre os principais sócios que participam da rotina diária de gestão do Fundo em referência estão: Henrique Alhante, sócio responsável por renda variável, Roberto Berardo, de renda fixa e moedas, Evandro Mota, também de renda fixa e moedas, e Arlindo Vergaças, espécie de estrategista, que consolida todos os mercados.

Por fim, não dá para falar de JGP sem falar de André Jakurski. O sócio-fundador é o principal responsável pela estruturação e execução nos fundos multimercado de operações envolvendo ativos de países desenvolvidos. Ele foi também um dos fundadores do Banco Pactual.

Pilar 2: Preocupação com preservação de capital

O fundo JGP Max* tem histórico longo, de mais de 10 anos, como pode ser observado no gráfico abaixo. Acumula 134% do CDI no período, média anual de 12,4% e volatilidade anualizada inferior a 3%. A meta perseguida pelo Fundo é de 130% do CDI com baixa volatilidade e tem sido consistentemente atingida, mesmo o mercado tendo passado por várias crises financeiras e políticas, atentados terroristas, entre outros.

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Fonte: Morningstar

Os piores momentos do Fundo ocorreram logo após o lançamento, em agosto de 2007, quando teve início a grande crise financeira global. O resultado do Fundo em 2008 foi de 116% do CDI, mas com vários meses fechando no vermelho naquele ano. Todavia, desde 2009, o Fundo nunca mais apresentou rentabilidade mensal negativa.

Fechar um mês ou outro abaixo do CDI pode acontecer, mesmo assim o Fundo tem atingido consistentemente o objetivo, ano após ano.

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Fonte: Morningstar

Pilar 3: Ativos líquidos

Com visão de oportunidade, os gestores buscam sempre os mercados que oferecem a melhor relação risco/retorno, com preferência por ativos financeiros de alta liquidez.

O cenário macroeconômico é o pano de fundo para as tomadas de decisão e é construído nas reuniões e comitês com a participação dos principais executivos da empresa.

Embora operar com horizontes mais curtos sempre tenha sido uma característica marcante da gestora, como são muitos gestores tomando decisões, os prazos das operações no Fundo variam. E, com essa dinâmica, o risco é minimizado pelo efeito da diversificação dos ativos.

Podemos encontrar na carteira do Fundo papéis de crédito privado, mas serão posições pequenas. Atualmente, apenas 3,5% está alocado nessa classe de ativos.

Posições atuais em compasso de espera

A equipe tem interagido frequentemente com cientistas políticos para obter informações adicionais às suas análises, mas a única convicção no momento é ter flexibilidade para mudar de opinião (e de posição) se preciso for.

Pela indefinição do quadro eleitoral a apenas poucos dias das urnas, eles mantêm posições táticas e líquidas. De forma resumida, estão comprados em dólar e com baixa exposição à curva de juros. Em renda variável, seguem fazendo arbitragens.

MQ1 é um diferencial adicional

A JGP é uma das poucas gestoras independentes no Brasil a ser contemplada com o MQ1 pela agência de classificação Moody’s. A nota mais alta (numa escala de MQ1 a MQ5) classifica a empresa como excelente na gestão de investimentos e ambiente de controle e é resultado do disciplinado processo de investimento com foco no resultado de longo prazo, do quadro com profissionais com elevado nível de experiência e qualificação, do valor de ativos sob gestão, dos controles de risco e dos consistentes resultados obtidos.

Fundo recomendado

O Fundo é uma excelente opção para quem prioriza a preservação de capital em momentos de incerteza. Ou é uma alternativa para aqueles que buscam retornos acima do CDI em ambiente de baixa taxa de juros. Como também é uma boa escolha para os investidores que querem aproveitar as oportunidades que se fazem presentes independentemente dos cenários.

Concluindo, o JGP Max Plataformas é um Fundo para os vários perfis de investidores. Se você está pensando em investir ou fazer uma revisão na sua carteira, este é um Fundo para você considerar.

Obs.: O JGP Max FIC FIM aplica no JGP Max Master. O JGP Max Plataformas vai aplicar no mesmo Master, portanto, obter os mesmos retornos

 

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