Bolsa na China e os últimos destaques

BRASIL EM FOCO 

O quadro de incertezas sobre a gravidade do coronavírus e o impacto no crescimento global determinou a escolha dos investidores na sexta. O Ibovespa fechou em queda de 1,53%, aos 113 761 pontos. Na semana, o recuo foi de 3,89% e, em janeiro, a perda foi de 1,63%. Na busca por segurança, os investidores recorreram à moeda americana. O dólar PTAX foi negociado a R$ 4,2695, alta de 0,40% no dia e acumulou 5,92% no mês. Os contratos de DI, com vencimento em janeiro 2025, foram negociados na estabilidade, a 6,21%. No mês, o recuo foi de 44 pontos base.

A taxa de desocupação no trimestre de outubro-dezembro de 2019 ficou em 11,0% caindo -0,8 ponto percentual em relação ao trimestre de julho-setembro (11,8%). No mesmo trimestre de 2018 o desemprego estava em 11,6%, houve, então uma queda de 0,6 p.p. Já a taxa média anual recuou de 12,3% em 2018 para 11,9% em 2019. (IBGE)

OBSERVATÓRIO INTERNACIONAL 

A aversão ao risco foi generalizada na sexta, a despeito dos bons resultados divulgados no quarto trimestre. As bolsas caíram ao redor do mundo, em Nova York o índice S&P 500 fechou aos 3.225,52 pontos, com 1,77% de queda e anulando os ganhos do ano. 

Com um mês desde o início do surto de coronavírus, no dia 30 de dezembro de 2019, 361 mortes foram confirmadas. A taxa de mortalidade de 2,2% não é tão alarmante, se comparada com as epidemias de Ebola que matou metade das pessoas infectadas e a SARS, 10%. Contudo, e pelo próprio fato dos sintomas serem mais suaves, as pessoas continuam com suas rotinas e isso corrobora para a disseminação do vírus. Esse Infográfico produzido pela Bloomberg ajuda a mapear surto de Coronavírus no mundo. (Bloomberg)

Na temporada de balanço do quarto trimestre, os resultados de algumas empresas  frustraram, como Facebook. Por outro lado, houve surpresas, foram os casos de Microsoft e Tesla. Entre as empresas que já reportaram, 71% apresentaram lucros acima do esperado, em linha com 10 anos de média. (Bloomberg

O Banco Central do Povo da China (PBOC) injetou valor líquido equivalente a US$ 21,7 bilhões para manter o sistema de pagamentos do país funcionando na abertura dos mercados nesta manhã, após duas semanas fechados por conta do feriado do Ano Novo Lunar e do recesso pela epidemia do Coronavírus. A bolsa na China abriu em queda de 9%, em um movimento de ajuste, mas registrou desvalorização de 7,72% ao final do pregão. No Japão, os índices recuaram ao redor de 1%. Na Europa, a direção é de leve alta e os futuros de Wall Street são negociados em campo positivo.

RESUMO DOS MERCADOS

Dólar PTAX R$ 4,2695 + 0,40%
DI Fut Jan/25 6,21% + 1 bps 
Ibovespa 113.761 pts  – 1,53%
S&P 500 3.225,52 pts  – 1,77%
As informações contidas neste material têm caráter meramente informativo, não constitui e nem deve ser interpretado como solicitação de compra ou venda, oferta ou recomendação de qualquer ativo financeiro, investimento, sugestão de alocação ou adoção de estratégias por parte dos destinatários. Este material é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da Órama Investimentos, incluindo agentes autônomos e clientes, podendo também ser  divulgado no site e/ou em outros meios de comunicação da Órama. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da Órama.

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