Divisão de grupos na PEC da reforma administrativa e os últimos destaques

RESUMO DOS MERCADOS

   CotaçãoDiaSemanaMêsAno
Ibovespa (pts)101.911,10-0,25%-0,23%2,56%-11,88%
Dólar PTAX (R$) 5,37410,02%-1,72%-1,78%33,33%
DI Jan 2025 (bps)5,82%50-9-63
S&P 500 (pts)3.580,841,54%2,08%2,30%10,84%

BRASIL EM FOCO
DESTAQUES: após a forte alta de terça-feira, o mercado ontem fechou com uma leve queda, enquanto aguarda a entrega da reforma administrativa ao Congresso. 

REFORMA ADMINISTRATIVA: a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma administrativa, que deve ser encaminhada hoje ao Congresso Nacional, divide as carreiras de governo em três grupos com regras diferentes de estabilidade. Sugere a extinção de licenças e gratificação e, também, da promoção por tempo de serviço, facilita a demissão de servidores durante o período de experiência e atribui ao presidente maior margem para alterar a natureza de cargos públicos desde que a mudança não signifique um aumento de despesas. O primeiro grupo, que deve ser cerca de 20% do total do funcionalismo, é o das carreiras “típicas de Estado”, com características bastante similares ao modelo atual. O segundo teria contratos com duração indeterminada, o que implica ter alguma estabilidade, mas com a possibilidade de demissão em cenário de restrição fiscal. O terceiro tipo é o do contrato com prazo determinado, que visa suprir eventuais necessidades temporárias dos órgãos. Essas mudanças valem para os novos funcionários. (Valor / Folha)

POPULARIDADE DO GOVERNO: a última pesquisa PoderData mostra que 50% dos brasileiros aprovam o governo do presidente Jair Bolsonaro e 41% desaprovam. As variações das taxas ficaram dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais, se comparadas com o levantamento de 17 a 19 de agosto. (Poder 360)

CORONAVÍRUS NO BRASIL: o país acumula 3,99 milhões de casos confirmados e 123,7 mil óbitos em decorrência da Covid-19. (Ministério da Saúde)


OBSERVATÓRIO INTERNACIONAL 
DESTAQUES EXTERNOS: valorização de 4% das ações da Apple após a realização de um desdobramento, contribuiu para mais um recorde do S&P 500.

VACINA: o CDC (Centers for Disease Control and Prevention) nos Estados Unidos enviou documentos para as agências de saúde pública dos estados recomendando a preparação para começar a distribuir a vacina contra a Covid-19 já no final do mês de outubro, iniciando o processo de imunização antes da eleição presidencial de novembro. Detalhes técnicos não foram divulgados, mas o governo trabalha com duas vacinas genericamente chamadas de “vacina A” e “vacina B”. ( CNN / NYT)

EMPREGO NOS EUA: a Automatic Data Processing (ADP) divulgou que as empresas privadas dos EUA criaram 428.000 empregos em agosto, menos da metade do que os economistas previam. (Bloomberg)

ELEIÇÕES AMERICANAS: em um movimento histórico, quase 100 líderes republicanos e independentes apoiarão o democrata Joe Biden para presidente, incluindo o ex-candidato presidencial republicano de 2020 Bill Weld e os ex-governadores republicanos de Michigan e Nova Jersey. O impacto desta campanha sem precedentes de membros de um partido político para se opor a um dos seus candidatos à reeleição como presidente ainda está para ser visto. As pesquisas mostram que Trump ainda tem quase 90% de aprovação entre as bases republicanas. (Reuters)

CORONAVÍRUS: nos EUA os infectados ultrapassaram os 6,11 milhões e as mortes chegaram a 185,7 mil. No mundo, o número de casos confirmados é de 26 milhões e os óbitos somam 863,5 mil (Johns Hopkins)

HOJE: na Ásia, as bolsas fecharam sem direção definida. Os índices na Europa operam em forte alta. Na França, o governo anunciou plano de estímulo de 100 bilhões de euros. Em Wall Street, os futuros apontam para uma abertura positiva. Mais tarde saem os dados dos pedidos de seguro-desemprego nos EUA, além dos PMIs composto e de serviços.

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