Auxílio ‘on’, com teto ‘off’ pode dar curto-circuito

Com a pandemia entrando em seu segundo ano, as pressões, tanto populares quanto políticas, por um novo auxílio emergencial não param de aumentar. O Brasil já gastou 7,5% do seu PIB em estímulos fiscais e a pergunta que fica é: quais serão as consequências desses gastos? Na coluna de hoje para o Valor Investe, Alexandre Espirito Santo discute os obstáculos e cuidados a se tomar com as políticas fiscais durante a pandemia:

Como se pode notar, nosso país foi um dos que mais atuou para tentar mitigar os efeitos deletérios da doença sobre a economia, com o chamado orçamento de guerra, encerrado em 31 de dezembro. Agora, neste momento, discutimos uma forma de estender a ajuda por mais alguns meses, o chamado “auxílio 2.0”, o que me parece inevitável e importante.

Leia a opinião completa de Alexandre Espirito Santo sobre esse assunto.

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