O tombo da Petrobras: impactos da governança no valor corporativo

A nomeação feita por Bolsonaro à presidência da Petrobras deu ao mercado a impressão de que estariam ocorrendo interferências políticas dentro da empresa. Como resultado, houve uma quebra de confiança na governança corporativa da companhia e uma queda expressiva de seu valor de mercado na semana passada.

Na coluna de hoje para o Valor Investe, nosso economista, Alexandre Espirito Santo, comenta o caso da Petrobras e discute os efeitos de uma boa governança para o bom funcionamento de qualquer organização, principalmente as que tem capital aberto na bolsa:

O ponto é que, atualmente, estamos observando uma postura global dos mercados de privilegiar empresas com posturas amigáveis ao meio ambiente, com olhar social e boa governança (ESG). Assim, a ideia de macular esse último tópico, numa companhia com milhares de investidores, inclusive estrangeiros, como a Petrobras, é despropositada, mesmo porque uma política de preços que não seja a de acompanhar os preços internacionais pode causar prejuízos às finanças de uma empresa, que vem trabalhando para se reerguer.

Leia a opinião completa de Alexandre Espirito Santo sobre esse assunto.

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