E se os estímulos se mostrarem excessivos?

Após um ano de pandemia, o Brasil se prepara mais uma reedição do auxílio emergencial. Uma prática que foi comum ao redor do mundo, os EUA, por exemplo, acabaram de aprovar um pacote robusto de US$ 9 trilhões como forma de estímulo econômico para as famílias mais afetadas pela pandemia. Na coluna para o Valor Investe dessa semana, nosso economista, Alexandre Espirito Santo, mostra preocupação com a inflação que pode dar suas caras seguindo a chegada desses estímulos, caso eles sejam excessivos.

O argumento do Banco Central é que essa alta na carestia é uma espécie de “soluço” temporário, diagnóstico com o qual não compartilho totalmente. Nossa expectativa é que o IPCA encerre o ano em 4,2%, sendo o centro da meta 3,75%. Além do mais, os IGPs já apontam novamente para mais um ano “puxado” (9% ou mais), o que não é animador.

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