As crises serão mera coincidência?

Na coluna para o Valor Investe desta semana, nosso economista, Alexandre Espirito Santo, comenta a natureza das crises econômicas ao longo das décadas e sua relação com a teoria dos ciclos econômicos de Clemment Juglar. É possível prever por quanto tempo os efeitos negativos das crises se manterão?

Iniciando em 1973, tivemos o choque/crise do petróleo. Em 1980, a crise da dívida da América Latina. Em 1987, foi a vez do segundo “crash” do Dow Jones. Em 1994, a crise do México. Já em 2001, tivemos a bolha das pontocom. Pulando para 2008/2009, vem a crise financeira internacional. Onze anos depois, tivemos a pandemia. Perceberam o padrão?

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